sábado, julho 26, 2008

(a)mar

"Tudo era claro:
céu, lábios, areias.
O mar estava perto,
fremente de espumas.
(...) só alma e brancura.
Felizes, cantam;
serenos, dormem;
despertos, amam,
exaltam o silêncio...
Tudo era claro,
jovem, alado.
O mar estava perto
puríssimo, doirado..."
Eugénio de Andrade, Mar de Setembro

"A distância entre nós pode magoar-me profundamente, mas nada me fará esquecer-te. Um milhão de palavras não podem fazer que voltes... Sei-o, porque tentei-o."
...Não há longe nem distância...

1 comentário:

EboRâguebi disse...
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