
quinta-feira, abril 10, 2008
reticências...

quarta-feira, abril 09, 2008
lutador de direitos
Nelson Mandela...lutador pelos direitos dos Sul Africanos no Apartheid ...terça-feira, abril 08, 2008
"(Re)percussões da essência humana"...Djamboonda
"Djamboonda é mais do que um projecto musical. É um pensamento colectivo que procura a expressão e a recuperação das raízes do homem, através das linguagens musicais - construídas em espírito de comunidade universal.Quando há dez anos os DJAMBOONDA iniciaram o seu percurso na área da música étnica procuraram trazer um pouco do que é e o que representa a música tradicional africana. A percussão, o elemento fundamental da música dos DJAMBOONDA é tocada e vivida em palco e fora dele..."
"(...) o que faz movimentar este grupo é o sonho de uma sociedade onde não haja fronteiras, nem tabus, nem preconceitos(...)"
África no coração
domingo, abril 06, 2008
Sem diferenças...
Durante vários meses senti-me discriminada por ter ao meu lado um Ser maravilhoso, que tinha uma diferença biológica: a cor...sexta-feira, abril 04, 2008
Projecto Zero
-António Capelo, ACE Janeiro 2008
quinta-feira, abril 03, 2008
realidade
terça-feira, abril 01, 2008
Não há longe nem distância
-"és tu"
domingo, março 30, 2008
Simplicidade infantil
sábado, março 29, 2008
Teatro do Oprimido

Augusto Boal é conhecido em todo o mundo como um actor e director de um teatro radical. Daqueles que vai ao fundo das coisas, que faz experiências, que não tem medo de transformar o estabelecido.E é conhecido também, principalmente, por ser o criador do chamado Teatro do Oprimido. Surgiu em São Paulo, Brasil, no início dos anos 70. O Teatro do Oprimido é um teatro sem dogmas e realizado por meio de um conjunto de exercícios que ensinam o ser humano a utilizar uma ferramenta que ele já possui e não sabe. Este género teatral oferece aos cidadãos os meios estéticos de analisarem o seu passado, no contexto do presente, para que possam inventar o seu futuro, invés de esperar por ele; ajuda os seres humanos a recuperarem uma linguagem artística que já possuem, e a aprender a viver em sociedade através do jogo teatral, tendo como objectivo activar os cidadãos na tarefa humanística expressa pelo seu próprio nome: teatro do e para o oprimido...No fundo, a poética do Oprimido investe no combate à dupla opressão (individual ou colectiva) exercida no teatro e na sociedade.
quinta-feira, março 27, 2008
Dia Mundial do Teatro
Foi em Helsínquia e depois em Viena, durante o 9º Congresso Mundial do Instituto Internacional, em 1961, que o então Presidente Arvi Kivimaa propôs que fosse criado o Dia Mundial do Teatro. Assim, desde 1962, todos os dias 27 de Março (data de abertura da estação teatral do "Teatro das Nações", em Paris), o Dia Mundial do Teatro tem sido celebrado pelos quase 100 Centros Nacionais daquele Instituto de todo o mundo e por outros membros da comunidade teatral mundial. Todos os anos, uma personalidade do mundo do teatro ou das artes (o primeiro foi Jean Cocteau, em 1962) é convidada a partilhar as suas reflexões sobre o tema teatro, através duma mensagem traduzida em mais de vinte línguas e lida perante milhares de espectadores antes do espectáculo da noite nos teatros do mundo inteiro.
O Teatro é o espelho da alma do Mundo!
Viva o Teatro!
Antes

quarta-feira, março 26, 2008
terça-feira, março 25, 2008
equilibrio...OM
Palco
segunda-feira, março 24, 2008
Terra sabia, Terra Mãe
domingo, março 23, 2008
saudade

pintar África
sábado, março 22, 2008
Dam razon di vivi
quarta-feira, março 19, 2008
Cantar África pintando
Faço minhas as palavras do poeta e pintor angolano Neves e Sousa:
"As coisas que eu não consegui transmitir pintando, transformei-as em poesia, a Terra e eu éramos uma só ideia. Fazendo um retrospecto... acho que cantei a África de todas as maneiras que sabia e algumas que não sabia..."
Ser Angolano
Ser angolano é meu fado, é meu castigo,branco eu sou, pois já não consigo mudar jamais de cor ou condição...Mas, será que tem cor ou coração?Ser africano não é questão de cor é sentimento, vocação, talvez amor.Não é questão nem mesmo de bandeiras de língua, de costumes ou maneiras...
A questão é de dentro, é sentimento e nas parecenças de outras terras longe das disputas e das guerras,encontro na distância esquecimento!
Neves e Sousa
segunda-feira, março 17, 2008
O Poder da Natureza
O poder da Natureza...
O poder do sol...
O poder da Terra,
A esperança...
O poder da magia,
O poder da sabedoria,
O poder da imaginação infantil,
O poder do Amor...
Os ciclos... sem fim...
dedico ao Iriuano, pelo amor à Disney, pelo amor à nossa Terra
domingo, março 16, 2008
...
sábado, março 15, 2008
Correntes energéticas
É difícil escolher as palavras sob a pena de serem mal prenunciadas… há instantes tinha mil coisas a dizer-te e agora as ideias desaparecem como moedas no fundo do saco...Estarei aqui para falar nos acasos, ou nas correntes energéticas que nos ligam uns aos outros e de súbito nos separam, com o receio de serem falsos caminhos?
A final o que nos uniu? É a questão que me coloco sempre que relembro aquela noite fria em que surgiste... em que me guias-te para força do nosso sangue, da nossa essência, para o sentimento de leveza que era sentir um ser espelho da nossa alma…
Nesse dia, nessa hora, pus em ti, nem eu sei que esperança, nem eu sei que desejo… um sentimento maior que nós, e melhor e mais Puro…
Respeito e admiro tanto a tua natureza, os teus ensinamentos, a tua crença, o teu sangue…
Talvez tenha encontrado em ti a energia e a fé que me faltava…
Zimbabwe de olhos vidrados...
Zimbabwe de olhos vidrados,
Zimbabwe com fome,
Zimbabwe com dor,
Zimbabwe... com esperança!
terça-feira, março 11, 2008
Mil palavras com silêncio

Abraça-me

Abraça-me Mamã África...
Abraça-me nesse solo quente, rico, fértil...
Abraça-me junto aos meus irmãos... meus imãos sábios, de sorriso aberto, de olhos vidrados... de coração puro...
Mamã África, abraça-nos...
Une-nos...
Leva-nos, de pés descalços, para a riqueza do teu ventre...
Mamã África... embala-nos no sonho, na magia...
Embala-nos no teu seio de eterna sabedoria...
Mamã África... abraça-me....
quinta-feira, março 06, 2008
domingo, março 02, 2008
Choro Africano

Minha África...
sábado, março 01, 2008
Tribo Himba
"No século 15, a tribo Herero saiu da Etiópia, com os seus rebanhos, e atravessou África até à Namíbia. Os Himba, Ovahimba, que hoje vivem no Sul de Angola, são descendentes dos Herero, e mantiveram as tradições centenárias quase intactas. Uma delas é o hábito das mulheres que cobrirem o corpo com um óleo avermelhado, mistura de banha de boi com uma pedra local, que proteje a pele do vento e do sol. As mulheres Himba dispendem todos os dias várias horas a cuidar da sua beleza. As himba também comandam uma sociedade poligâmica, em que cada mulher pode ter relações sexuais com vários homens. Os himba vivem próximos ao Rio Cunene, que marca a fronteira entre a Namíbia e Angola, mas circulam livremente entre os dois países. Para eles, não existem fronteiras. Vagam pelo deserto como os leões e os elefantes, chegando a caminhar até 80 quilômetros em busca de água para o gado. ."

Dá-me a mão...

Imagine there's no countries,
Imagine no possessions,
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
Tribo Maasai -Quénia
Os Maasai são uma tribo que habitam o Quénia,faz fronteira com a Tanzânia, e vivem harmoniosamente entre si. Fazem longas caminhadas a pé, sem ter ao menos um centavo no bolso. Alimentam-se de leite de suas próprias vacas. A tribo Maasai realiza um culto de inicialização á vida adulta. Nesse culto os jovens Maasai aprendem formas de comportamento, história do seu povo e tradições religiosas.A simplicade do povo africano da tribo Maasai faz-nos reflectir. O Quénia é um lugar exótico e encantador, e por lá existem mais de 50 tribos presentes divididas em 4 étnias diferentes: tribo kihyu, tribo maasai, tribo turkana, tribo samburu.
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
Terra Mãe

Mama África!

A quilómetros de distancia, Eu oiço o choro do povo africano
Ao menos que haja um lenço branco,
Oi mama África!
Para um momento e escuta com cuidado! África Chora!
África chora – Oh África
Hey! Zimbabué!
nha casa...

terça-feira, junho 19, 2007
Chora teu ventre...
Minha África... segunda-feira, maio 14, 2007
Estreia da peça "A enferma" encheu o auditório da biblioteca municipal

segunda-feira, abril 30, 2007
A "Enferma" sobe ao palco...

Após 4 meses de ensaios, o grupo oficina encerra mais uma étapa no velhinho e histórico Teatro Fonseca Moreira. Nas longas noites de inverno onde casacos eram a única fonte de acacimento, e os dedos dos pés gelavam de frio, lá fomos nós, ensaiando, para uma nova estreia: a 12 de Maio de 2007, a Enferma de Dinis Ribeiro sobe ao palco,infelizmente, desta vez não sobe no velho palco do T.F.M, devido à degradação das instalações. Estaremos na biblioteca Municipal durante 3 fins-de-semana para a apresentação de uma peça actual, criticando a sociedade, onde se cria instabilidade no espectador para que seja reflectido os vários problemas apresentados...
segunda-feira, abril 16, 2007
um grito de liberdade
África, o continente que é marcado pela exploração, o sofrimento e escravidão…
Um continente onde a palavra liberdade ainda é uma utopia, onde a fome, a pobreza, a opressão politica e social e o abatimento em cada olhar estão presentes em cada excerto de terra e a esperança ainda é escassa, é preciso dar um grito, um grito de liberdade…
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Mãe Preta

- Mãe preta
(Piratini e Caco Velho)
segunda-feira, janeiro 08, 2007
A Alma da Natureza

quarta-feira, dezembro 27, 2006
angola
"Um dos maiores países de África, com riquezas incalculáveis, um povo com história. Hoje estão criadas as condições para que Angola seja o um dos países mais desenvolvidos do Continente Africano."
José Palma
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Ntoni Denti d'Ouro
'Ntoni Denti d’Oro, ou melhor, António Vaz Cabral, com 79 anos de idade, é uma referência fundamental, mesmo incontornável, da música cabo-verdiana mais genuína. Natural de São Domingos (Santiago), onde ainda hoje vive, o músico e cantor cria e interpreta batuque e finaçon de forma muito singular. É um dos poucos intérpretes masculinos de batuque e finaçon. Cantador e tocador, com toda a justiça deve ser considerado um dos impulsionadores actuais destas formas musicais, que estiveram praticamente mortas há algumas décadas, mas que vieram posteriormente a ressurgir, de forma notável.
Muito cedo começou a dedicar-se ao batuque e finaçon. Durante anos e anos animou festas populares, de baptizados, noivados e casamentos, tendo percorrido toda a ilha de Santiago, bem como outras ilhas de Cabo Verde. Depois da edição do seu primeiro registo discográfico, Ntoni Denti d’Oro viajou pela Europa e pelos EUA, para se apresentar publicamente. Hoje tem uma vida mais recatada mas não deixa de acolher todos os que o querem conhecer e ouvir…'
quinta-feira, novembro 30, 2006
Ao longo do tempo, a dança serviu para reverenciar os Deuses e pedir-lhes mais sucesso para a caça e lutas ou simplesmente para cerebrar o nascimento ou lamentar a morte...
Tem vindo a expandir-se cada vez mais e tornando-se o reflexo das várias culturas,podendo assim revelar muita coisa sobre o modo de vida de quem as dança...
Em cada passo
percorremos diversos caminhos,
em cada giro
viajamos o mundo,
em cada olhar transmitimos desejos,
em cada toque multiplicamos sensações
em cada queda trancendemos a emoção
em cada dança... sonhamos
com as pontas dos pés...
terça-feira, novembro 28, 2006
Presença Africana
E apesar de todo,ainda sou a mesma!Livre esguia, filha eterna de quanta rebeldia me sagrou,Mãe-África!Mãe forte da floresta e do deserto,ainda sou, a Irmã-Mulher de tudo o que em ti vibra puro e incerto...
A dos coqueiros,de cabeleiras verdes e corpos arrojados sobre o azul...A do dendêm nascendo dos abraços das palmeiras...
A do sol bom, mordendo chão das Ingom botas...A das acácias rubras,salpicando de sangue as avenidas,longas e floridas...
Sim!, ainda sou a mesma.A do amor transbordando pelos carregadores do cais suados e confusos,pelos bairros imundos e dormentes pelos meninos de barriga inchada e olhos fundos...
Sem dores nem alegrias,de tronco nu e musculoso,a raça escreve a prumo,a força deste dia...
E eu revendo ainda, e sempre, nela,aquela longa história inconsequente...
Minha terra...Minha, eternamente ...
Terra das acácias, dos dongos,dos colios baloiçando, mansamente...Terra!Ainda sou a mesma.
Ainda sou a que num canto novo pura e livre me levanto,ao aceno do teu povo!
segunda-feira, novembro 13, 2006
quarta-feira, novembro 08, 2006

Em meados do século XVIII, Denis Diderot, afirmou que “ é preciso deitar aos pés todas as velhas crenças; ultrapassar as barreiras que a razão jamais levantou; permitir às artes a às ciências uma liberdade que lhes é tão preciosa (…) precisaremos de uma época de racionalistas que não procurem mais as normas e as leis nos autores passados, mas não na natureza…”
Vivia-se a época da luz, onde os iluministas colocavam a razão em primeiro plano, concebiam o conhecimento, as ciências como meio de libertar o Homem da servidão, dos preconceitos, dos erros e injustiças, que marcavam a sociedade.
Lutava-se pelo progresso e bem-estar da população, era considerado um direito natural, isto é, todas as condições de nascimento da natureza física e biológica dos seres.
Para os iluministas, a crença na Natureza chegou a criar uma nova religião – a religião Natural – segundo a qual o Bem se identificava com o prazer e o Mal com a dor. Estas ideias estiveram na origem de novas posturas religiosas, como as do ateísmo e do deísmo.
A ampla divulgação e aceitação do iluminismo foi fruto do dinamismo dos seus cultores que espalharam a sua acção sela literatura, pelo ensino, pela política, pelas artes e pela ciência.
Durante o século XVIII e XIX, o período da Luz predominou, sendo a meio do século XIX invadida por novos conceitos, que levaram à sua extinção…
segunda-feira, novembro 06, 2006

quinta-feira, novembro 02, 2006
«Cesária Évora (Mindelo, 27 de agosto de 1941) é uma famosa cantora cabo-verdiana, apelidada de a rainha da morna. Também conhecida como "a diva dos pés descalços", por causa de sua tendência a apresentar-se nos palcos com os pés descalços, em solidariedade aos sem-teto e às mulheres e crianças pobres de seu país.
À morna, um gênero musical profundo em sentimentos e descendente do fado português cantado em crioulo cabo-verdiano, ela mistura toques sentimentais com sons acústicos de violão, cavaquinho, violino, acordeão e clarineta. O blues cabo-verdiano de Cesária Évora em geral fala da longa e amarga história de isolamento do país e de comércio de escravos, assim como da emigração - o número de cabo-verdianos morando no exterior é maior do que a população total do país.
A voz afinada de Cesária Évora, acompanhada de instrumentos que dão um toque de melancolia, ressalta o emocional em sua música. Mesmo platéias que não entendem sua língua conseguem perceber emoção em suas apresentações.»
Quem mostra' boEss caminho longe?
- sodade de nha terra kin ca conxi...África













